Sunday, May 24, 2009

Sétima arte movimenta Danbury

Entre os dias 19 e 23 de maio Danbury, Connecticut, foi tomada pelo cinema. Pela primeira vez a cidade sediou o “Festival de Filmes de Connecticut”. Durante cinco dias e noites, quase cinco mil pessoas respiraram os ares da sétima arte. Ao todo, o festival exibiu na telona 130 filmes, ducumentários e curta-metragens. Na longa lista do evento, o festival contou com várias películas que destacavam os problemas sociais com os quais as comunidades imigrantes se identificam.
Uma das novidades desse ano foi a exibição de quatro filmes latinos no progama do festival. Mostrados na categoria “Internacional”, a projeção dos filmes reflete a grande concentração das comunidades hispânica e brasileira nesta região dos Estados Unidos. A intenção dos produtores com o fato foi elucidar para o público quais problemas os grupos étnicos que se estabeleceram em Connecticut se deparam em seus países de origem. “Isto constrói pontes, dando às pessoas uma compreensão maior sobre o que acontece no resto do mundo”, explica o criador do Festival de Filmes de CT, Tom Carruthers.

Jóia da arquitetura local, o Palace foi reaberto
para hospedar o festival

Por causa do evento, uma da preciosidade da arquitetura local voltou a funcionar. Depois de 13 anos fechado, o Teatro Palace abriu as portas para dar as boas vindas aos participantes da maratona de filmes. Mesmo depois de muito tempo, o prédio que há 80 anos foi erguido na Main Street da cidade conserva sua beleza e grandiosidade. Nas paredes e lustres do Palace os detalhes inspirados na arquitetura grega encantaram os olhos do público.
Ao todo foram exibidas no festival mais de 100 horas de filmes que emocionaram, fizeram rir e chorar. Para encerrar o CTFF, premiar os melhores filmes e comemorar o sucesso da empreitada, foi realizado no domingo, 24 de maio, uma cerimônia de premiação. O evento contou com a presença dos patrocinadores, produtores, diretores e participantes da mostra de cinema. Entre os premidos estão os filmes “Love and class in Connecticut” e “Tropa de Elite”. O primeiro filme foi escolhido pelo júri como o melhor na categoria Regional ao contar a história de uma mulher de Connecticut que está em busca de redenção e não mede esforços para alcançar seu objetivo. Já Tropa de Elite, foi eleito pelo voto do júri e do público como o melhor longa na categoria Internacional. Ao contar a história da polícia de elite do Rio de Janeiro de forma realista e violenta, o filme repetiu em Danbury o mesmo sucesso que fez no Brasil e em outros festivais.

SOBRE INFRAVIEW

Para quem trabalha com imagens o uso de um software de edição é fundamental. Entre os que conheço o melhor continua sendo o Photoshop, que apesar de ser um pouco mais díficil para os iniciantes que o Infraview, possui mais recursos. Provavelmente essa minha opinião se deve ao fato de eu possuir uma relação de amor e ódio com a Adobe há pelo menos uns cinco anos. Dessa forma, o que posso dizer sobre o Infraview é que seu download é super-fácil e rápido, no entanto achei seu manuseio complicado, provavelmente o uso mais frequente dessa ferramenta torne seu manuseio mais simples. Uma vantagem do Infraview sobre o Photoshop está no fato de ser livre e gratuito, o que hoje um dos grandes filões da Web 2.0.

A seguir veja duas imagens editadas com o uso do Infraview:


Feira Multicultural da Univesidade de Connecticut


Feira Multicultural da Univesidade de Connecticut


Sunday, May 17, 2009

As diferenças entre RSS e o Google Reader

Os avanços tecnológicos da web cada vez mais surpreendem. A cada dia nós navegantes desse imenso oceano de informação somos bombardeados por uma nova invensão. Em um mundo onde cada vez mais o fator tempo se mostra uma questão fundamental, a criação de leitores de feeds como RSS e o Google Reader chegam para agilizar a vida dos devoradores de conteúdo e ajudar aqueles que não querem perder tempo e nenhum update de seu site favorito.

Atualmente quase todas as páginas da internet possuem o recurso de feed RSS, principalmente grandes jornais e blogs. Veículos de comunicação como Veja, Época, Folha de São Paulo, The New York Times, entre tantos outros oferecem para seus usuários a possibilidade de estarem o tempo todo recebendo seus updates. Por exemplo, o jornal “O Globo” em seu endereço RSS na página “oglobo.globo.com/rss”, oferece ao usuário a possibilidade de de assinar apenas os canais que mais lhe interessam como economia, esportes, política, etc.

O objetivo do rss é permitir que o internauta assine uma página para não necessáriamente ter que visitá-la para checar suas atualizações, e dessa maneira ter acesso rápido aos novos tópicos, dando ao usuário a possibilidade de identificar os assuntos mais relevantes da página. Portanto, um leitor RSS é um programa que reúne os canais (ou páginas, blogs) que o usuário assinou. Ele vai lá, digita o endereço do canal RSS e o leitor mostra os tópicos de notícias. O canal fica memorizado e sempre que quiser ler novas notícias basta clicar nele para ver o que há de novo.

Para facilitar ainda mais a vida dos usuários de RSS, o Google criou o Google Reader, que oferece ao usuário a possibilidade de receber feeds de seus sites de interesse sem necessáriamente precisar visitar a página fonte, sem poluição visual de anúncios e principalmente numa formatação que já está acostumado. O que facilita imensamente a leitura rápida e dinâmica.

Vantagens e desvantagens

As vantagens do Google Reader em relação a apenas ser um assinante do RSS de um website está no fato de que com essa ferramenta o usuário pode ler dezenas de notícias e blogs em uma mesma página, favorecendo uma leitura rápida dos tópicos de cada canal. Além dessa vantagem, o Reader possibilita o compartilhamento de artigos e a organização dos artigos por marcadores, o que garante ao usuário a opção de criar um canal só com notícias sobre um determinado assunto.

O Google Reader possui suporte do Google Gears o que garante a leitura dos artigos mesmo sem estar na internet. O problema é que se você tiver mais de 50 assinaturas, baixar todos esses artigos torna-se uma tarefa complicada. Outro fator que atrapalha bastante o download dos artigos é o fato de o banco de dados do computador se tornar enorme o que deixa a máquina cada vez mais lenta, neste sentidoo uso de leitores offline em detrimento ao Google Reader é desvantajoso.

Thursday, May 07, 2009

Web 2.0 - A evolução de uma revolução

Como um “orgânismo vivo” a web é uma daquelas coisas que estão em constantes transformações. Graças a sua capacidade de mudar, sua evolução transforma não somente o universo online más os navegantes desse infinito oceano virtual, no qual seus usuários são participantes ativos e atuam agora como produtores de informação. Algo que inevitávelmente provoca a geração de conhecimento e requer interatividade.
A rede mundial de computadores, ou Internet, surgiu nos Estados Unidos em plena Guerra Fria e foi criada com o nome de Arpanet. Sua missão nada mais era do que apenas manter a comunicação das bases militares mesmo que o Pentágono fosse riscado do mapa no caso de um ataque nuclear.
Nas décadas de 1970 e 1980, além de ser utilizada para fins militares, a internet já dava sinais de que seria um ambiente social. Ainda nos primórdios de seu desenvolvimento ela se consolidou como um importante meio de comunicação acadêmico no qual estudantes e professores universitários trocavam idéias, mensagens e descobertas pelas linhas da rede mundial.
Somente em 1990 a Internet rompeu as barreias acadêmicas e militares para chegar a população em geral. Neste ano, o engenheiro inglês Tim Bernes-Lee desenvolveu a World Wide Web, que possibilitou a utilização de uma interface gráfica e a criação de sites mais dinâmicos e visualmente interessantes. A partir deste momento, a Internet cresceu em ritmo acelerado. Nascia assim, o que hoje é considerada a Web 1.0.
Para facilitar a navegação pela web, surgiram vários navegadores como, por exemplo, o Internet Explorer da Microsoft e o Netscape Navigator. Graças a estes aplicativos a internet passou a ser utilizada por vários segmentos sociais. Na Web 1.0 a troca de informação por e-mail e instant messangers online foi a atração e o benefício principal da rede. A troca de informação em redes de computadores possibilitou, além da economia de papel, telefone e fax, a tomada de decisões mais precisas e oportunas, além de acelerar o fluxo de informações entre os usuários.
Como já falado no início do texto, a internet como um “orgânismo vivo” foi se transformando rápidamente e caminhou para um modo de produção focado não mais no processo clássico de comunicação (emissor – receptor). Graças aos avanços tecnológicos a web passou por grandes mudanças em sua forma e conteúdo. Se antes o internauta limitava-se a receber, agora ele deixou de lado a passividade e se transformou em um consumidor de conteúdo ativo. Esse movimento fez com que a web passasse a ser vista como uma plataforma e não apenas como meio de entrega expressa de conteúdo.
De acordo com a Wikipidia, um dos expoentes da nova web, o termo Web 2.0 é utilizado para descrever a segunda geração da World Wide Web – tendência que reforça o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais. A idéia é que o ambiente on-line se torne mais dinâmico e que os usuários colaborem para a organização de conteúdo.
Na nova internet a diversidade, colaboração e novas tecnologias andam lado a lado. Um lugar ultrademocrático, a Web 2.0 possibilita para seus usúarios uma liberdade jamais oferecida pelos meios tradicionais de comunicação. Uma terra de ninguém, nela há espaço para qualquer usuário plantar suas idéias, contribuir na produção de terceiros, estimular e interferir a qualquer momento no material dos geradores de conteúdo. De acordo com Tim O`reilly, um dos oráculos da internet, “na Web 2.0 existe uma arquitetura de participação implícita, uma ética de cooperação embutida pela qual o serviço atua, primariamente, como um intermediário inteligente que conecta as pontas entre si e combina o poder dos próprios usuários”.
Portanto, pode-se concluir que para a Web 2.0 assumisse o lugar da primeira geração de serviços foi fundamental a existência da colaboração dos usuários na produção, distribuição e uso dos conteúdos. E que portanto, isso só é possível se houver uma democratização do acesso aos recursos computacionais e liberdade para que os usuários atuem como produtores/consumidores.